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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Gastronomia gramadense sofre com cheques voadores

A gastronomia é o setor que mais paga o pato quando idealizadores de eventos e captadores de recursos de fora da cidade aparecem em Gramado. O que, convenhamos, acontece com  frequência. A maioria é séria, mas aparece cada figura... "Vou pegar aquele baixinho, que me deve R$ 5 mil", avisou um dono de restaurante, referindo-se ao promotor de um evento bem conhecido. E assim vai.
No sábado, outro dono de restaurante, brindado com cheques sem fundos de um captador de recursos, ficou de campana na rua Coberta. Quando o artista chegou, foi direto ao assunto. Com voz chorosa, disse que ia até o banco buscar os R$ 200 para saldar o débito. Como não voltava, foi até o hotel e pegou o homem e a esposa embarcando em um táxi para Porto Alegre. Interceptou, conseguiu reaver o dinheiro, e avisou o taxista de que o sujeito não pagaria a corrida. Resultado: o casal foi para uma pousada em Canela e embarcou em um ônibus para a Capital na manhã de domingo. Quando pisar de volta em solo gramadense, terá, pelo menos, mais quatro donos de restaurantes cobrando três dezenas de cheques sem fundos.