Os moradores de Linha Carahá pretendem preservar e recuperar a arquitetura original da "brizoleta", o que não deve exigir grandes investimentos. Internamente, o prédio está razoável, mas externamente apresenta vários problemas. Segundo uma ex-aluna e ex-professora da escola, a comunidade pensa em usar o local para a realização de cursos e para abrigar um pequeno museu mostrando a história da localidade.